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Site a favor de uma reforma política, econômica, institucional e social do país.

Jamais fui ostensivamente contra o governo Lula aqui no site. Jamais. Mas depois de ler que há brechas para que esse inculto se tri-candidate, sinto-me no total direito de expressar minha indignação.
Um homem que, depois de tanto “meter o pau” na situação (lembram-se de ARENA e MDB, nos áureos tempos da ditadura, com voto indireto???) embriaga-se nas benesses da vida fácil; um homem que “perdeu” (sic) o dedo mínimo da mão esquerda para se aposentar por invalidez (aha!); um homem que, por mais dinheiro que tenha amealhado, jamais quis estudar; um homem que, por acinte, se diz porta-voz do povo; que está encantado pela privatização; que é garoto de recados; sinto-me em pleno direito de ter votado contra e expressar, em minha casa, minha verdadeira revolta!
Conforme reportagem que transcrevo abaixo, publicada na Folha on-line (para assinantes da UOL): “Os parlamentares pretendem apresentar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que permite aos atuais detentores de mandato no Executivo a prerrogativa de disputar a reeleição –mesmo que já estejam pela segunda vez no cargo”.
E “ele”, nosso erudito presidente, beneficiará quem nesta reeleição? Comprará qual avião? Viajará para qual país que ainda não conhece?? Nossas polícias ganhando merreca, nossos exércitos em déficit de armamentos e o “bonitão” bebendo, fazendo farra, sustentado vagabundos. Cabide de empregos. E nós? Pagando pensão de filhos, festas, viagens, churrascos, roupas… Onde foi parar o escândalo do Mensalão? Renan Calheiros e sua namorada “Playboy”??
Você o defende? Sorte sua, azar o meu!!! Azar o meu que ainda sustenta esse bando de sanguessugas com minha CPMF que IA para a saúde. Saúde? Faz-me rir!

Muitos acham que este governo é “especial”, que se preocupa com o proletariado, com o pobre, o indigente. Balela. Mentira. História da carochinha para “inocentes”. Ele somente amealha votos e sela as bocas famintas e ignorantes, semi-analfabetas com um vale–leite, um vale-gás, vale-educação, VALE-CALA-A-BOCA, VALE-VOTE-EM-MIM-NOVAMENTE, para assegurar sua total hegemonia no poder. Sua perpetuação nos ganhos. “Se outros ganham, por que não eu?”.

Sua rejeição cresce. Mas quem divulga??? Claro! Os “inimigos”:

Estadão:

”Aprovação ao governo Lula passa de 50% para 48%, diz Ibope

Pesquisa divulgada nesta quinta mostra também que a confiança no presidente caiu em relação ao 1º mandato

Fabio Graner

BRASÍLIA – A avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva piorou em setembro na comparação com junho, de acordo com a pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira, 20. Segundo o levantamento, 48% dos entrevistados avaliaram o governo como ótimo ou bom ante 59% em junho. A avaliação regular oscilou de 33% para 32%, enquanto o porcentual de ruim/péssimo subiu de 16% para 18% de junho para setembro.”

Folha:

“Aliados articulam proposta que abre brecha para 3º mandato de Lula
GABRIELA GUERREIRO
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
Sem alarde, um grupo de deputados se movimenta nos bastidores da Câmara para articular a possibilidade de um terceiro mandato ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os parlamentares pretendem apresentar uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que permite aos atuais detentores de mandato no Executivo a prerrogativa de disputar a reeleição –mesmo que já estejam pela segunda vez no cargo.
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) criticou essa proposta e chamou a possibilidade de terceiro mandato de blasfêmia. “Nessa altura, é algo inimaginável. O terceiro mandato não atenderia ao Estado, não seria bom para o Brasil nem para Lula.”
No começo do mês, o presidente Lula disse à Folha (conteúdo disponível para assinantes do jornal e do UOL que uma proposta nesse sentido era coisa de gente que não leva a política a sério. “Porque no Brasil tem muita gente que não quer levar a política a sério. A alternância do poder é educadora para a construção da democracia. Não existe ninguém insubstituível.”
A Folha Online apurou que os deputados se articulam para apresentar a proposta após a votação da prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) no Senado. O grupo teme que discutir o assunto agora possa prejudicar a votação da prorrogação da cobrança da CPMF até 2011.
Embora os articuladores da matéria neguem que o objetivo seja assegurar o terceiro mandato para o presidente Lula, a PEC abre brechas para esse mecanismo. A proposta reúne uma série de sugestões de mudanças no sistema político nacional.
“Indiferentemente de quem foi reeleito ou não, a matéria garante a possibilidade de reeleição para os atuais detentores de mandato na aprovação da lei”, afirmou à Folha Online o deputado Carlos Willian (PTC-MG), um dos responsáveis pela elaboração da PEC.
Mesmo com a tendência de esperarem a votação da CPMF, Willian disse acreditar que até meados de novembro proposta terá condições de ser apresentada à Câmara. Para que a PEC tramite na Casa, os deputados terão que reunir assinaturas de 171 parlamentares favoráveis à matéria. Com ampla maioria governista na Câmara, Willian não prevê dificuldades para que a PEC tenha apoio dos deputados.
“Não vejo nenhuma antipatia à proposta. Mas para tramitar, será discutida. Não acho que seja antidemocrático, está sendo feita pela Casa Legislativa”, argumentou.
Os deputados não descartam anexar a PEC no texto elaborado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) –que tramita na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara– com propostas distintas para a reeleição. Cunha não vê clima, no entanto, para que o Congresso avalize um terceiro mandato para Lula.
“Ao meu ver, o clima é mais para não ter reeleição. Não há clima para essa discussão, mas se há interesse em colocá-la em pauta, por que não debater?”, questionou Cunha.
O deputado lembrou que a tramitação da PEC será lenta, já que tem que passar por uma comissão especial antes de chegar à votação em dois turnos na Câmara e no Senado.
Plebiscito
O deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) defende a realização de plebiscito para que a população decida sobre a possibilidade de um terceiro mandato ao presidente Lula. Assim como Willian, o petista é apontado como articulador do tema na Câmara.
“Eu defendo que isso seja definido por meio de plebiscito. Se o povo quiser, não vejo problema em um terceiro mandato. Nos primeiros quatro anos, o presidente está apenas reconhecendo problemas. Nos outros quatro, implementa projetos. De presidente em presidente, o país muda de rumo”, afirmou.
Ribeiro negou que tenha articulado a iniciativa de um eventual terceiro mandato com o Palácio do Planalto porque argumenta que é uma questão interna do Congresso.
“O Palácio não quer porque não tem que querer isso. Temos que usar os instrumentos que nós temos. Nunca conversei com o presidente Lula ou com ministros sobre isso. O Congresso é que tem que sentir. Na Câmara, tenho quase certeza que seria bem visto.”
Na opinião do deputado, o povo tem autonomia para definir sobre o destino de seus representantes. “Não sou eu que acho pouco [dois mandatos]. Se o governo está dando certo e o povo acha isso, deve ser consultado”, afirmou.”

Fonte: Folha Online

O silêncio dos empresários – Estado de São Paulo

Não foi por falta de assunto que empresários e dirigentes das maiores companhias instaladas no País permaneceram praticamente em silêncio ao longo das três horas do encontro que mantiveram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros da área econômica, além da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. São muitos os problemas que enfrentam e que precisam ser resolvidos para assegurar a continuidade do crescimento, mas nada ou quase nada falaram sobre isso ao presidente. E, ainda assim, saíram satisfeitos – pelo menos se disseram satisfeitos – os participantes ouvidos pela imprensa ao deixarem o salão do Palácio do Planalto.

Quase uma centena de empresários acompanhou, praticamente sem nenhuma contestação, a exposição do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que tentou demonstrar a correção da política fiscal e apresentou dados sobre o desempenho da economia, para concluir que a economia vai bem. Não houve sequer um aparte, nem nesse nem muito menos no outro discurso de uma hora que os convidados do governo tiveram de ouvir do presidente da República, que, na essência, repetiu lições que todo empresário conhece por dever de ofício. Terminado o encontro, ouviram-se elogios ao entusiasmo do presidente, à qualidade de sua exposição, ao seu poder de convencimento e até a sua franqueza, no que, aliás, foram honestos, considerando-se que o presidente deixou claro que não atenderá às reivindicações que eles deixaram de fazer.

Era um clima muito diferente daquele observado antes do início da reunião. Não diante do presidente, mas sim na chegada ao Planalto, onde muitos empresários falaram da necessidade de se reduzir desde já a alíquota da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), para a extinção desse tributo num prazo determinado.

Por achar desnecessário – já conta com os votos necessários no Senado -, Lula não tratou do tema diretamente, mas deixou claro que não aceitará nenhuma das sugestões dos empresários para compensar a aprovação da CPMF.

Se se examinar a questão da CPMF apenas pelo ângulo da disputa que o governo trava no Senado para sua renovação, talvez essa possa ser uma questão de interesse limitado do empresariado. Mas o que o caso da CPMF envolve não é apenas sua renovação. O que está em debate e os empresários pretendiam discutir com Lula é a política fiscal, marcada pela voracidade com que o governo absorve a riqueza produzida pelo setor privado para financiar gastos que não param de crescer, como mostram números conhecidos do empresariado – e que certamente diferem daqueles apresentados pelo ministro da Fazenda.

Se não quisessem tratar especificamente da CPMF, os empresários tinham à disposição um roteiro de temas de muito boa qualidade para apresentar ao presidente. Trata-se da “Carta da Indústria”, documento discutido e aprovado no 2º Encontro Nacional da Indústria (Enai), que se encerrou um dia antes da reunião com Lula.

A carta afirma que, para assegurar a continuidade do crescimento, o País depende não do empresariado e sim do próprio governo. Se os empresários não tivessem recuado, iriam fazer um resumo da carta que diz que é preciso reduzir os gastos públicos, de modo que a carga tributária seja paulatinamente cortada, sem expandir o déficit público, e acelerar os investimentos em infra-estrutura, aumentando a capacidade do setor público e oferecendo segurança ao investidor privado.

Diriam que não adianta, como tentou fazer o ministro da Fazenda em sua exposição, separar despesas por áreas para justificar seu crescimento. Diriam, como disse em voz baixa um empresário que ouvia a exposição, “despesa é despesa, e qualquer um de nós sabe disso”. Acrescentariam que despesa precisa ser coberta com alguma receita, para não gerar prejuízo. Queixariam-se de que as despesas do governo estão crescendo e, para cobri-las, cresce também a carga tributária, o que reduz a capacidade do setor privado de investir e do consumidor de gastar naquilo que precisa. E terminariam mostrando que, apesar do aumento da arrecadação, os investimentos públicos não crescem na mesma proporção, o que leva à deterioração da infra-estrutura já precária. Mas os empresários preferiram ficar calados para não ter de dizer que tudo isso exige respostas e atitudes imediatas e claras do governo Lula.”

Fonte: Estado de São Paulo

Esta situação tem que mudar. Precisa!!!

Reaja Brasil!

Responda: VOCÊ, BRASILEIRO, VAI QUERER UM TERCEIRO MANDATO????



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Comments


This entry was posted on Friday, October 26th, 2007 at 10:44 pm and is filed under Denúncia. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

6 Corajosos!!!


  1. gugala on October 27, 2007 6:16 am

    terceiro mandato não, mas qq outro que entre tb vai querer manter a CP(ermanente)MF. bj

  2. Kith on October 28, 2007 10:43 am

    E o pior é que eu não sei onde deixei o meu nariz de palhaço!

  3. Juliano on October 28, 2007 12:15 pm

    Sandrex,

    Na minha opinião, não há espaço para um terceiro mandato. Os próprios parlamentares que estão propondo isso sequer tem expressividade na Câmara. O próprio Lula rejeita a idéia, assim como a oposição em massa. Não vinga.

    E é bom que não vingue mesmo.

    Quanto a CPMF, dessa aí não nos livraremos tão cedo. Criada pela oposição, mantida pela situação e prorrogada a ser pelos séculos. Vai por mim…

    ~*~

    Que é oportuna essa história de terceiro mandato, é. Oportuna porque Lula venceria com folga.

    ~*~

    Grande abraço!

  4. D. Afonso XX, o Chato on October 28, 2007 7:55 pm

    Sem comentários… bjs

  5. Tarsis on October 29, 2007 2:47 pm

    “um homem que, por mais dinheiro que tenha amealhado, jamais quis estudar”

    – Sejamos honestos. Todo mundo votou pelo menos uma vez nesse palhaço. O cara enganou todo mundo. E foi esperto em alguns pontos como a esmola que ele dá no nordeste para as famílias.

    Agora vejamos o que temos para “escolher”. Um partido que rouba de forma melhor, mais discreto, mais organizado, que criou a aberração da reeleição (comprando votos com o seu, o meu, o nosso dinheiro). Pior era o picolé de chuchu dizendo que ia ampliar os benefícios! Todo mundo sabia que era mentira.

    Fico pensando o seguinte: qual é a nossa alternativa? Temos uma? Torcer para o Lula explodir é uma ótima, mas quem vai sentar na cadeira do Rei do Brasil?

    Porque para o desespero de quem tem 3 neurônios e fica puto, é isso que o Brasil é: um presidencialismo entravado por um sistema parlamentarista vigente, controlado por um “Rei” ladrão.

    Enquanto isso PAGUE… CPMF!

    *Atenção – este comentário é registrado e está sendo monitorado pelo Comments System. Qualquer uso indenvido de será imediatamente comunicado por e-mail e todas medidas legais e hackeáveis estarão acionadas!

    Eu JAMAIS votei nesse babaca!!! :P

  6. Carlos Amorim Lavieri on November 26, 2010 12:46 am

    Pois é, o Lula no final não correu atrás do terceiro mandato… ainda…

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